pensamento

“Quem não perdoa não é feliz.”

(Adam J. Jackson)

RSS Feed

Subscreva AQUI
Pastoral CAD
Podcast
Porque nos visitas?
 

Leitura bíblica do dia

Posso ajudar?

Tradutor



hoje, 27.01.12 - Reflexão

Versão para impressão PDF

Sinal da Cruz – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo

Proposta de oração:

"O humor e o riso devem constituir uma parte importante na dieta de qualquer pessoa sã."    

Norman Cousins

Para seres saudável não precisas só de fazer exercício físico e ter uma alimentação equilibrada, é também necessário saber rir e levar a vida com uma certa suavidade.

Pede ajuda a Deus para que possas sempre ser feliz.

Final – Pai Nosso

hoje, 26.01.12 - Texto Bíblico

Versão para impressão PDF

Sinal da Cruz – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo

Proposta de oração:

“ Depois de João Batista ser preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo:

“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”

E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.

Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”.

E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus.

Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.  “

 

Mc 1, 14-20

 

Jesus partilha, comunica sua própria experiência de um Deus vivo, presente e activo, por isso, apesar da dureza da realidade, ousa proclamar sua fé e convidar a crer nesta Boa Notícia.

Reflecte de que forma Deus está sempre presente na tua  vida.

Final – Avé Maria

São Paulo: missionário e fabricante de tendas

Versão para impressão PDF

Em Damasco, Paulo não só deu, como também recebeu. E se ele era um pregador, foi também um aprendiz. Acerca do Cristianismo, havia muito que ele tinha que absorver e teria, também, de se tornar experiente num ofício que o tornasse auto-suficiente. Só a independência financeira podia garantir a sua mobilidade como missionário.

Daquilo que vimos da vida de Paulo em Tarso e em Jerusalém, ficou claro que não teve de trabalhar para viver. Em ambos os lugares, foi estudante a tempo inteiro, suportado pela caridade. Como missionário, contudo, ele diz, em várias ocasiões, que trabalhava com as suas próprias mãos (1Ts 2,9; 2Ts 3, 7-9; 1Cor 4,12). Isto quer dizer que houve uma altura em que teve de aprender um ofício. Afirmar que foi em Damasco que isso aconteceu, vai para além das provas que temos mas, durante esses três anos, Paulo deve ter pensado muito na sua estratégia missionária, particularmente a seguir ao fiasco na Arábia.

Tinha várias opções. Podia tentar arranjar um patrono que o sustentasse, mas isso iria colocá-lo à mercê do seu senhor e teria de adaptar os seus ensinamentos aos seus caprichos. Pior ainda, teria de ficar preso a um sítio. Uma alternativa era mendigar, enquanto viajava. A objecção a isso não seria a precariedade desse modo de vida, mas o facto de as cidades greco-romanas estarem infestadas de charlatães que faziam a sua vida à custa de pias promessas, baseadas em falsos milagres. Se tomasse essa opção, perder-se-ia nessa multidão.

Mau grado o seu preconceito, Paulo compreendeu, relativamente depressa, que tinha mesmo de ganhar a vida por si e teria de a ganhar à medida que viajava. Isto significava que deveria tornar-se um artífice experiente. Tinha de aprender um ofício.

Que trabalho poderia servir melhor os seus propósitos? O seu objectivo não era o de se tornar rico, mas o de sobreviver com os seus próprios meios. Certamente que procurou a solução com a inteligência arguta que, mais tarde, aplicou na resolução dos problemas teológicos. A profissão que aprendesse tinha de ser útil no mundo greco-romano, em terra como no mar, em cidades e em aldeias, nas grandes metrópoles e também nas estradas que as uniam. Tinha de ser uma profissão que o pusesse em contacto com todos os extractos sociais. As ferramentas teriam de ser leves e transportáveis. O ofício teria de ser tranquilo e sendentário, para que pudesse pregar onde trabalhava.

No que lhe dizia respeito, a profissão que melhor respondia a estes critérios era a de fabricante de tendas (Act 18,3), Pode-nos parecer uma escolha bizarra. Paulo exercia o seu ministério em meios urbanos: que necessidade de tendas têm os habitantes de uma cidade? Mas, na perspectiva do primeiro século, foi uma decisão muito sábia.

A competência necessária era mínima, e, por isso, aprendia-se com facilidade. Consistia, essencialmente, na habilidade de cortar e dar forma a pedaços de lona ou cabedal, e, depois, cosê-los com uma costura dupla. As ferramentas eram simples e leves. Paulo precisava de uma faca em meia-lua, para cortar coiro grosso ou lona, uma sovela para fazer os buracos, onde passava o fio encerado, e agulhas curvas. Tudo isso cabia numa pequena bolsa. A prática deste ofício desenvolvia músculos nos ombros e tornava as mãos fortes e calosas. Os pontos eram dados com um movimento brusco em direcção ao exterior usando as duas mãos. por isso, não admira que Paulo pudesse escrever apenas letras grandes e desajeitadas (Gl 6,11) – sinal de que trabalhava muito.

Trabalho para um fabricante de tendas

Continuar...

Paulo: de Tarso para o mundo

Versão para impressão PDF

Paulo, de Tarso para o mundo from Pastoral da Cultura on Vimeo.